Tire suas dúvidas sobre leite materno 

Tire suas dúvidas sobre leite materno 

  Muitas mães se preocupam com a quantidade de leite que estão produzindo quando começam a amamentar e se o bebê está recebendo leite o suficiente para satisfazer suas crescentes necessidades. A melhor indicação de que a produção de leite está suficiente é ver o bebê está ganhando peso e crescendo dentro da curva de crescimento. É normal que um recém-nascido perca peso nos primeiros dias de vida, mas depois ele deve começar a ganha-lo de três a cinco dias após o nascimento. 

Sinais de que o leite materno é suficiente 

A amamentação deve ser confortável e indolor. Um recém-nascido se alimenta pelo menos seis a oito vezes por dia e está satisfeito após uma alimentação. Os seios da mãe esvaziam após a mamada.  O bebê solta o peito de forma espontânea quando se sente satisfeito.
Na maioria dos casos de suspeita de baixo consumo de leite, o verdadeiro problema não é sobre quanto leite a mãe tem, mas quanto leite o bebê consegue mamar. O primeiro passo é verificar se a criança está pegando o bico do peito corretamente, de forma que consiga sugá-lo e engolir o leite.  

 Amamentar um bebê sob livre demanda é importante para ajudá-lo a estabelecer uma rotina e manter a boa produção de leite. Se o recém-nascido tiver muito sono, talvez seja necessário acordá-lo e encorajá-lo a se alimentar com mais frequência.
Isso estimulará os seios a produzir mais leite. 

 O corpo adapta a produção de leite ao montante exigido. Então, ao começar a suplementar o bebê com fórmula ou outros alimentos, a produção de leite materno diminuirá. Quanto mais a mãe amamenta seu bebê, mais leite o corpo dela produzirá. 

Mas, quando a lactante está preocupada com o aumento do peso do bebê ou percebe que, de fato, não está produzindo leite materno suficiente, o melhor a fazer é consultar um médico. 

 Aumente seu leite materno com alimentação adequada 

Existe uma crença comum de que certos alimentos podem ajudar a aumentar a produção de leite materno. A verdade é que há muito pouca pesquisa nesse campo, o que não é suficiente para apresentar resultados conclusivos.  Mas existem os alimentos que são indicados para as lactantes por, teoricamente, ajudarem a incrementar a produção de leite materno. 

 O que comer para produzir mais leite materno? 

Embora haja uma pesquisa científica muito limitada ou, em alguns casos, nenhuma pesquisa científica para provar que alimentos ajudem a aumentar o leite materno, eles foram servidos por gerações para mães lactantes e muitas sentem que ajudaram. Mas, lembre-se de consumir todos esses alimentos com moderação e como parte de uma dieta equilibrada. E não tome quaisquer suplementos à base de plantas ou naturais sem consultar seu médico primeiro. 

 Sementes de erva-doce  

As sementes de erva-doce são tradicional remédio para o aumento da produção do leite materno. Elas são fornecidas a novas mães para ajudar a prevenir gases e as cólicas no bebê. 

 Alho pode alterar o gosto do leite materno 

Entre suas muitas propriedades curativas, como o benefício do sistema imunológico e a prevenção de doenças cardíacas, está, também, o incremento da produção do leite materno. Se você comer muito alho, pode afetar o sabor e o cheiro do leite materno. Um pequeno estudo descobriu que os bebês de mães que comiam alho tendiam a se alimentar por mais tempo, sugerindo que os bebês podem gostar do sabor do alho no leite materno. No entanto, o estudo foi pequeno demais para tirar conclusões significativas. E algumas mães dizem que seu bebê fica com cólicas se comem muito alho.

Vegetais de folhas verdes 

Os vegetais de folhas verdes, como espinafre, mostarda são uma excelente fonte de minerais, como ferro, cálcio e folato, e vitaminas como o betacaroteno (uma forma de vitamina A) e riboflavina. Também se acredita que melhoram a lactação. As mulheres que amamentam são recomendadas a comer uma ou duas porções de vegetais de folhas verdes diariamente.    

Gergelim aumentam o leite materno  

As sementes de gergelim são uma fonte não-láctea de cálcio. O cálcio é um nutriente importante para as mulheres que amamentam. Ele é importante para o desenvolvimento do bebê, bem como para a saúde da própria mãe.    

Manjericão sagrado  

O chá de manjericão sagrado é uma bebida tradicional para mães que amamentam. Não há pesquisas para sugerir que ele aumente a produção de leite materno, mas acredita-se que tenha um efeito calmante, melhore o movimento intestinal e promova um apetite saudável. Como com a maioria das ervas, o manjericão sagrado deve ser administrado com moderação. 

Aveia e mingau  

A aveia é uma excelente fonte de ferro, cálcio, fibra e vitaminas do B, e são populares com as mamães. A aveia também é tradicionalmente usada para aliviar ansiedade e depressão. Ela pode ser consumida como mingau e nele podem ser adicionados nozes, leite, especiarias ou frutas para melhorar o valor nutricional. 

É preciso comer ou beber mais calorias para ter mais leite materno? 

Isso depende do seu peso antes de engravidar e quanto de peso ganhou durante a gravidez. Se você estivesse abaixo do peso ou com um peso normal antes de engravidar, pode ser recomendado que coma um pouco mais do que o habitual para satisfazer as necessidades calóricas da amamentação. Se, por outro lado, você estivesse acima do peso antes de engravidar e ficasse com o peso esperado durante a gravidez, talvez não vá necessitar de calorias extras. Um médico poderá orientá-la sobre se você precisa de calorias a mais ou não. 

A recomendação geral é se guiar pelo seu apetite e comer quando estiver com fome. Seu corpo é muito eficiente na produção de leite e pode ter guardado fontes de gordura durante a gravidez, que agora podem ser usadas na produção de leite materno. Mas é preciso beber muita água. 

9 maneiras de aumentar sua fertilidade

9 maneiras de aumentar sua fertilidade 

Faz parte da vida e a maioria de nós dá por certo: Faça sexo, fique grávida, certo? Errado. Na realidade, até mesmo pequenos problemas, como o estresse, podem tirar seu corpo do eixo e prejudicar sua fertilidade, impedindo a concepção. Se você está tentando ter um bebê, leia as dicas de saúde simples que podem lhe ajudar a proteger sua fertilidade. 

Coma bem 

Aqui está uma boa notícia: ficar bem nutrido aumenta suas chances de conceber! Certifique-se de incluir proteína, ferro, zinco, vitamina C e vitamina D em quantidades suficientes em sua dieta, porque as deficiências desses nutrientes foram associadas a ciclos menstruais prolongados e, com isso, ovulações menos frequentes e maior risco de aborto. Pergunte ao seu médico se você deve tomar um suplemento multivitamínico diário. E certifique-se de comer alimentos ricos em proteínas, como carne, peixe, produtos lácteos com baixo teor de gordura, ovos e feijão.  

Pense antes de beber 

Pesquisas relacionaram o consumo de álcool com uma diminuição da capacidade de engravidar, além de poder prejudicar um feto em desenvolvimento. O álcool altera os níveis de estrogênio, o que pode interferir na implantação do óvulo fecundado. Você também deve pensar em reduzir a cafeína enquanto tenta engravidar e durante a gravidez. Pesquisas sugerem que a cafeína afeta os níveis hormonais femininos e pode afetar o tempo que a mulher leva para engravidar.  

Controle seu peso 

Além dos outros riscos que representa para sua saúde, o excesso de gordura corporal pode levar a uma superprodução de certos hormônios que atrapalham a ovulação. Seus ciclos podem ser menos regulares, você pode ovular com menos frequência, e isso reduz suas chances de engravidar. Por outro lado, muito pouca gordura corporal significa que seu corpo também pode não estar produzindo hormônios suficientes para ovular a cada mês ou para manter uma gravidez se você conceber. 

Exercícios físicos podem ajudá-la a manter um peso saudável. Apenas não exagere, converse com seu médico sobre sua rotina de exercícios antes de tentar engravidar. 

 Afaste-se dos pesticidas 

Muitos pesticidas e herbicidas – produtos químicos usados ​​para matar insetos e ervas daninhas que ameaçam horticulturas – diminuem a fertilidade masculina e podem afetar a fertilidade feminina, inibindo a função ovariana e interrompendo o ciclo menstrual. A maioria dos estudos realizados até hoje aborda a forma como a exposição a esses produtos afeta a fertilidade, mas um estudo publicado na edição de março de 2015 de Reprodução Humana é o primeiro a mostrar como comer frutas e vegetais com pesticidas pode afetar a contagem de esperma. O estudo revelou que os homens que comiam os alimentos mais tratados com pesticidas tinham uma menor contagem de espermatozoides e um esperma de baixa qualidade.
Então, se você estiver tentando engravidar, é sempre uma boa ideia comer frutas e vegetais orgânicos, lavar cuidadosamente aqueles com resíduos e evitar a aplicação de pesticidas no gramado ou no jardim. 

 Atenção ao ambiente de trabalho 

Mulheres que trabalham com radiação, óxido nitroso, combustível para jatos e certos produtos químicos industriais comuns podem ter os ciclos menstruais prejudicados e a fertilidade diminuída. Então, muito cuidado se você trabalhar com produtos químicos perigosos.  

Os turnos de trabalho rotativo também podem afetar a fertilidade: um estudo com quase 120 mil mulheres descobriu que aquelas que trabalham em turnos rotativos tiveram uma taxa de problemas de fertilidade 80% maior do que que trabalharam turnos em dias normais. Os turnos da noite inteira também foram melhores do que os turnos rotativos. Lembre-se de melhorar sua fertilidade pedindo uma mudança constante, se possível, e usando sempre equipamento de proteção pessoal se você trabalhar em ambientes com certos produtos químicos. 

Pare com os cigarros 

Como se você precisasse de outra razão para parar de fumar: as toxinas do cigarro não só prejudicam os óvulos de uma mulher, interferindo no processo de fertilização e implantação, mas também causam envelhecimento dos ovários. Isso significa que os ovários de uma fumante de 35 anos funcionam como ao de uma mulher de 42 e, portanto, são menos férteis. Fumar, segundo especialistas, causa danos permanentes à sua fertilidade, mas quando você corta cigarros, é possível recuperar alguma função ovariana.  

Conheça seu ciclo 

Um ciclo menstrual normal dura 21 a 35 dias (comece a contar o primeiro dia do período). Se o seu ciclo for visivelmente mais longo – digamos, 42 dias – você pode estar ovulando com menos frequência e é hora de procurar um ginecologista. Quando estiver pronta para conceber, descubra seu período fértil, durante o qual você deverá ter relações sexuais regularmente.  

Sem sexo, sem bebê 

Se as demandas de sua vida agitada diminuíram o seu desejo sexual, é uma boa ideia começar a ter relações sexuais com mais frequência. Algumas pesquisas sugerem que as mulheres que se envolvem em relações sexuais regulares (pelo menos semanalmente) são mais propensas a ter ciclos menstruais previsíveis e ovulação normal do que as mulheres que têm sexo esporádico. Uma teoria: seu marido emite hormônios sexuais que influenciam seu sistema reprodutivo. O sexo semanal também pode fazer com que você produza mais estrogênio. E não há dúvida de que o sexo frequente ajuda quando você está realmente tentando engravidar. Pesquisas indicam que ter relações sexuais a cada dois dias durante seu período fértil aumenta as chances de gravidez.  

Cuidado com lubrificantes 

Alguns lubrificantes sexuais realmente atrapalham a chegada do esperma até o óvulo e sua fecundação. Mas mesmo certos lubrificantes “caseiros” como saliva e azeite devem ser evitados. Em vez disso, opte por melhores escolhas, como óleos minerais ou considere usar um lubrificante desenvolvido para ser compatível com esperma.

Mau hálito. Quais as causas.  

Causas do Mau hálito

Dizem que a primeira impressão é a que fica. E com razão, como você se apresenta, fala muito sobre sua personalidade e gostaria de ser gravado na memória de alguém por suas qualidades e não por sua fraca higiene bucal. 

Segundo especialistas, o mau hálito é uma questão que todos enfrentamos e não há nada de embaraçado nisso. Você pode não estar ciente disso, pois você não pode identificar seu próprio fedor e a maioria das pessoas não gosta de trazê-lo. Você pode sequer perceber que está com mau hálito, já que está tão acostumado com isso. Mas, às vezes, um só está só achando que sua respiração não cheira mal. 

Você pode não conhecer, mas também há um teste para descobrir se você está com mau hálito. Basta lamber o pulso e, depois de 10 segundos, o cheirar. Se o cheiro é ruim, você é vítima de halitose ou mau hálito. Então, em primeiro lugar, você precisa descobrir o que está fazendo com que você apresente o problema. Especialistas afirmam que uma higiene bucal ruim e cáries são algumas das causas não-médicas. 

Já problemas de saúde como desnutrição, diabetes, boca seca, sinusite e problemas gastrointestinais também provocam a halitose. Os especialistas explicam que as causas mais comuns de mau hálito: 

 Má higiene bucal: esta é a causa mais comum, mas convenientemente ignorada, do mau hálito. Não escovar os dentes ou não usar fio dental regularmente, especialmente à noite, pode desenvolver placa nos dentes irritando as gengivas e, eventualmente, formando bolsas entre os dentes e gengivas.  Certas bactérias causadoras de odor são encontradas na língua que liberam gases de enxofre responsáveis ​​pelo mau cheiro.

O que você come: alimentos com forte odor ou sabor podem causar falta o chamado bafo. Assim, comer alho, cebola e certas especiarias frequentemente podem desenvolver a respiração com cheiro desagradável. Café e álcool com o seu cheiro forte contribuem igualmente. O odor permanece na sua boca e quando a comida se move através do sistema, ele libera substâncias químicas que expiramos pelos pulmões.  O fio dental e o enxaguante bucal escondem temporariamente o fedor.

Fumar: se você fuma ou mastiga tabaco, os produtos químicos tendem a permanecer na boca. Além de causar esse mau cheiro, ele mancha os dentes e reduz a capacidade de sentir o sabor dos alimentos. 

 Boca seca: se você consumir muita cafeína ou respira pela boca, é necessário reavaliar seus hábitos. Devido a isso, sua boca não está produzindo saliva suficiente para tirar as células mortas que se acumulam na língua e gengivas. Essas células mortas se decompõem e fazem com que a boca fiquem com mau cheiro. O ronco também pode piorar a boca seca que é uma causa do temido bafo da manhã. 

 Refluxo ácido: é o fluxo atrasado de alimentos não digeridos ou ácidos do estômago em seu esôfago. Esses ácidos fluem de volta para a garganta causando um gosto amargo na boca. Isso surge sob a forma de arrotos e, portanto, cheira mal.

 Dietas de choque: Seguindo uma dieta baixa em carboidratos ou o jejum, o corpo quebra a gordura que produz produtos químicos chamados cetonas que podem serliberados pela 

Doença crônica: Às vezes, o mau hálito é resultado de problemas como diabetes, doença renal ou hepática e infecção do trato respiratório como pneumonia ou bronquite.